| Corpo mídia e a colonização do imaginário |
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| Escrito por luiz ribeiro | |||||||||
| Qui, 14 de Setembro de 2006 01:25 | |||||||||
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A ação persuasiva da imagem publicitária cria necessidades transformando-as em desejo. Ter o objeto oferecido pela publicidade confirma o resultado positivo e convincente da linguagem comercial. Ao afirmar que a disponibilidade visual tornou-se causa final, do desenvolvimento tecnológico contemporâneo, pode-se falar de corpos referentes a finalidades ou justificativas de alguma coisa ou algum ato. A idéia principal é refletir a publicidade como causa de algumas de nossas ações no cotidiano. Muitos de nós não observamos com clareza o efeito da imagem publicitária na relação diária. Necessitamos de fato do que é anunciado? Se criticamos o capital econômico, os valores que são cristalizados como um discurso de uma classe social, por que respondemos aos apelos do consumo? Somos coniventes com a patologia de um sistema e nos tornamos neoróticos quando correspondemos ao processo de igualdade social. A realidade pode ser constituida pelos termos da diferença mesmo que apresentadas numa repetição das imagens.
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Hits: 1816 Comentários (2)
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exale
escreveu:
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... ...o pior é quando percebemos que todas essas coisas não estão simplesmente ao redor mas ja em nosso interior...em nossos tutanos, em nossas arterias...nosso corpo parece desejar consumir tudo o que é oferecido... como se fosse um alimento essencial, como se fosse agua, oxigenio...é quando perdemos a noção de direção...de lugar...onde esta o perigo? é possivel resistir? como? |
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Muito obrigado pela leitura do texto O perigo se instala na ausencia da refleção. o que pode um corpo? para resistir ao corpo midia é preciso dialogar com o desejo real do corpobiocultural sem receio de diferenciar o que o constitui e o diferencia desse outro produzido artificialmente como quer a maquina capitalistica. Suely Rolnik tem um texto bastante esclarecedor sobre o processo de produção de mundos, aqui no Estrangeiro, que ajuda entender a perversão que estamos submetidos. luiz ribeiro |
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