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O Anjo Exterminador - o rio de heráclito: amá-lo ou odiá-lo? PDF Imprimir E-mail
Arquivado em:  Filosofia
Escrito por Amaurévski Ferreiravitch   
Seg, 05 de Dezembro de 2005 15:07
Há momentos em nossa existência que servem para conhecermos a nossa capacidade de reação, que nos levam até ao ponto em que nos encontramos diante de um território desconhecido. Então, um dos pés vacila, o corpo inclina-se para trás, as mãos não têm mais onde se agarrarem: em tal ponto de desconfiança, o mais provável é refugiarmos na lembrança de um afeto prazeroso e focar o nosso desejo num ideal. O mesmo dobrar dos sinos, o mesmo canto dos pássaros, o mesmo pôr-do-sol: tudo igual, sem surpresas. Mas um instante de clareza pode surgir, a nossa capacidade de renovação pode falar mais alto; um olhar, um som, um cheiro... Novos sentimentos das coisas que estão ao nosso redor, que, sem pedir licença, nos atingem, modificando-nos, tornando-nos diferentes a cada instante.

 

 

 

 

 

 

O Anjo Exterminador

 

 

 

O rio de Heráclito: amá-lo ou odiá-lo?  

 

Por Amauri Ferreira (Novembro de 2005) 

Há momentos em nossa existência que servem para conhecermos a nossa capacidade de reação, que nos levam até ao ponto em que nos encontramos diante de um território desconhecido. Então, um dos pés vacila, o corpo inclina-se para trás, as mãos não têm mais onde se agarrarem: em tal ponto de desconfiança, o mais provável é refugiarmos na lembrança de um afeto prazeroso e focar o nosso desejo num ideal. O mesmo dobrar dos sinos, o mesmo canto dos pássaros, o mesmo pôr-do-sol: tudo igual, sem surpresas. Mas um instante de clareza pode surgir, a nossa capacidade de renovação pode falar mais alto; um olhar, um som, um cheiro... Novos sentimentos das coisas que estão ao nosso redor, que, sem pedir licença, nos atingem, modificando-nos, tornando-nos diferentes a cada instante.

Outros, outros e outros: um turbilhão que nos leva a um campo ermo, onde nos livramos do que se tornou inútil para nós, uma identidade que não faz mais sentido preservar nesse novo mundo. Não é o “mundo tão real com todos os seus sóis e todas as suas vias lácteas, que é o nada”, como imaginou Schopenhauer (“O Mundo Como Vontade e Representação”, livro quarto), mas o mundo do devir, o mundo de um novo território existencial, o mundo de uma nova relação de forças, o mundo de novos sentimentos de dor, de amor, de tristeza e de alegria. Nada nos falta nesse novo mundo: o coração segue batendo no peito, os pulmões continuam recebendo oxigênio, o nosso corpo continua a sentir os outros corpos. Não há como faltar amor a esse mundo: por estarmos destinados à relação, estamos destinados a amar. O nosso amor é o amor cósmico, o amor que nunca se esgota, o amor que não exige nada, o amor que é trágico. Um amor como de uma estrela anã branca, que suga a matéria de uma estrela vizinha, aumentando a sua temperatura e pressão, até o ponto em que ela simplesmente explode, espalhando grande quantidade de matéria e energia no espaço: eis um dos tipos de “supernova”, o amor estelar. Portanto, o amor não é algo planejado, que podemos controlar conscientemente: somente através do acaso, podemos aprender o que é amar.

Se realmente entendermos a profundidade de tal amor, não há como não amarmos o rio de Heráclito. “Não se pode entrar duas vezes no mesmo rio”. Surge em nós a imagem de um fluxo incessante de águas – sempre um novo fluxo de águas. Quem entra no rio nunca é banhado pelas mesmas águas – e o próprio banhista não é mais o mesmo. O que o rio heraclitiano nos permite pensar é sobre a realidade do devir, sobre as afecções que nunca se repetem: o encontro do corpo humano com as águas do rio produz sempre uma nova relação. Água e corpo humano: sempre um encontro inédito e singular. Podemos pensar assim: mergulhar ao rio e aproveitar a experiência de ser afetado por ele; viver em sociedade e aproveitar a experiência de ser afetado por ela. Águas que retornam, sempre de modo diferenciado; relações humanas que retornam, sempre de modo diferenciado. Estar no rio tem os seus riscos, pois podemos afogar-nos nele; viver em sociedade também tem os seus perigos, pois podemos ser destruídos por ela. No rio, podemos formar uma noção comum entre o nosso corpo e o fluxo das águas; na sociedade, também podemos formar uma noção comum entre o nosso corpo e o corpo social. Ao sairmos do rio, buscamos a sombra de uma árvore para refletirmos sobre a experiência de ser banhado por ele; ao sairmos dos encontros com os indivíduos, refugiamos nos momentos de solidão para refletirmos sobre a experiência de ser afetado por eles. Na sombra de uma árvore, recebemos outros fluxos, vivemos uma nova experiência, comemos um alimento com outro sabor; na solidão, novos fluxos nos atingem, vivemos também uma nova experiência que torna-se uma ótima oportunidade para o conhecimento das nossas próprias forças. Voltamos ao rio para construir outras relações com ele, sempre de modo diferente; voltamos ao encontro com os indivíduos para construir outras relações com eles, também de modo diferente: “Deste jeito sim, deste jeito não; vou por aqui, e não por ali. É preciso ter temperança, mas sem esquecer a ousadia”. Riquezas que se escondem no rio e na sociedade: para descobri-las, é necessário criar novos caminhos dentro do rio, entender o que nos move dentro dele; da mesma forma, é necessário criar novos caminhos dentro da sociedade, entender o que nos move dentro dela. Podemos criar novos caminhos quando estamos fora do rio, para encontrarmos uma terra generosa, que nos espera pacientemente; e também podemos criar novos caminhos quando estamos fora da sociedade, para descobrirmos a riqueza da nossa solidão. Experiência de estar dentro e fora do rio; experiência dos momentos de vida social e de retiro espiritual: não há como vivermos absolutamente dentro ou fora do rio, dentro ou fora da vida social. Podemos ter a sabedoria de dosar as experiências que convém para o polimento da nossa própria liberdade, para a expansão dos nossos limites, para sentirmos a natureza do nosso próprio tempo. Cabe somente a nós respondermos às seguintes questões: o que nos fortalece e o que nos enfraquece? Qual o momento de entrarmos e de sairmos do rio? O que fazemos com as nossas próprias modificações que ocorrem dentro e fora do rio?

          De repente, a coisa se passa em nós: não somos mais os mesmos, deixamos as nossas lembranças para trás, caminhamos pela areia da praia, rumo ao mar, plenamente seguros do nosso caminho! Para nossa surpresa, descobrimos que também podemos viver no mar: de animais terrestres, tornamo-nos animais marítimos! Ah, e que mar maravilhoso é esse, com seus inúmeros peixes, um mais belo que o outro! Ao mesmo tempo, tudo ainda parece estranho aos nossos olhos tão acostumados com a vida terrestre. Descobrimos que precisamos trabalhar duro, construir alianças, se quisermos sobreviver nesse mundo simultaneamente belo e perigoso. Criamos um novo modo de viver no mar, construímos novas relações com os seus habitantes, aprendemos a amá-lo e esquecemos como era a vida fora dele. A realidade da nossa vida se confunde com a realidade do mar: pintamos o mar à nossa maneira, vivemos o mar em toda a sua intensidade. Simplesmente não negamos o mar, mas, ao contrário, resolvemos afirmá-lo: esse é o nosso mais belo “crime”...        

Viver num corpo humano: isso não é um problema para mim. Não tenho desejo de negar o meu próprio corpo e nem um desejo de fuga para o mundo do “além-terrestre”, na esperança de encontrar a “paz” e a “felicidade” por lá. Não, não se trata disso. Pois se assim fosse, eu nem precisaria ter nascido... O meu nascimento não foi uma escolha, mas uma necessidade... E quando viver num corpo deixa de ser um problema, torna-se um dever denunciar tudo aquilo que o prende, que abafa o coração que nele pulsa. E o alvo dos meus ataques é, evidentemente, todo conformismo que a humanidade teima em largar, toda desconfiança na nossa capacidade criativa e na falta de ousadia para trilharmos em terras estrangeiras. Ao estar possuído por um pensamento tão rico, não me permito ter outra postura que não seja a da ação. Não tem como ser diferente: ninguém precisa pedir-me nada, prefiro agir por uma extrema necessidade que toma conta de mim. E como exigir ações de quem a vida humana tornou-se um insuportável problema, que precisa agarrar-se a um EU para se defender? O absurdo desse comportamento mostra-se pelo simples fato de que essa necessidade de defesa é contra a própria vida        

Fica impossível levar o próprio EU a sério quando se entende que ele é apenas um feitiço.  Como eu não tenho um EU para defender, não preciso de alguém que o defenda. No quintal da minha casa, a árvore do reconhecimento não consegue encontrar meios para vir ao mundo: o seu solo é inóspito para árvores artificiais... O ato de destruir e de criar torna-se uma deliciosa tarefa quando não se tem compromisso com uma identidade: o meu único compromisso é com a vida. Como tudo fica muito mais leve, mais saboroso, quando o que se produz é fruto de uma força interior e não o resultado de uma ordem externa. O autêntico artista tem compromisso apenas com a criação; a obra de arte que ele engendra está acima de qualquer interesse utilitarista. Convenhamos, é fácil perceber o mau-cheiro que exala das obras de um embusteiro que tem a sua vida fisgada pelo poder, onde o dinheiro está acima de tudo e que, por isso, as regras morais são prontamente obedecidas. Há escritores, músicos, políticos e professores aos montes por este mundo, espalhando o ódio e toda desconfiança pela vida. Trata-se de uma produção - de grande velocidade e abrangência - de tudo o que envenena a vida: são coisas baixas, enganadoras, criminosas contra o futuro do homem, contra a capacidade de pensar do homem. E são produtos que estão espalhados por toda parte: nas rádios, nas revistas, nos jornais, na televisão, no cinema, no teatro, nas universidades. O que querem, afinal de contas? Adaptar a nossa força interior ao que já está estabelecido.        

Isso esconde, na verdade, um medo terrível de que a nossa voz interior ganhe corpo: ela somente será ouvida, entendida, reconhecida e valorizada se for, antes de tudo, adaptada às normas vigentes, tornando-se inofensiva aos interesses mais baixos de conservação de uma sociedade frágil. Caso contrário, a nossa voz interior será acusada de perigosa, de doente e de louca. Nesse caso, o EU é responsabilizado por ter permitido que ela surgisse. O próprio indivíduo transforma-se no policial de si mesmo, penitenciando-se, duvidando da inocência das suas forças. Um espetáculo horrível se dá: preso ao EU, o indivíduo luta terrivelmente contra as forças que, nele mesmo, gritam por mudanças. Abafar as forças de criação: é esse o modo de vida que impera nas sociedades modernas.        

Uma força interior, quando afirmada, não se deixa fixar-se por embustes fornecidos pelo poder: ela não precisa ser reconhecida. Nietzsche compreendeu muito bem isso ao dizer: “vivo de meu próprio crédito” (“Ecce Homo”, prólogo). A voz interior dá o crédito para si mesma através da sua própria expansão. O autêntico artista insere o seu espírito na obra, sem pedir permissão a ninguém: mal ele se dá conta do que se passou, já se encontra no processo criativo. Se podemos dizer que há uma ordem, ou uma tarefa, é, sem dúvida, uma ordem interna, espiritual. Uma tal ordem produz uma obra autêntica, que não nos permite negar a beleza da sua expressão: podemos ouvir uma mesma música - ou ler um mesmo livro - dezenas de vezes para sentirmos que a obra de arte é inesgotável. Diante de tanta riqueza, de tanta novidade, o indigente e tedioso EU torna-se absolutamente desprezível.       

Mas uma coisa é produzir obras de arte, outra coisa é apenas consumir obras de arte. O homem moderno, em primeiro lugar, as consome porque é mais cômodo consumir do que criar. Em segundo lugar, ele apenas consome porque não sabe o que é criar, já que não vive de modo criativo. Em suma, ele consome muito mal, porque o bom uso do produto é aquele que serve como alimento para a produção de novas obras, e não como mero entretenimento para apaziguar o ânimo. Trata-se de um consumo pobre, focado no objeto e não em um consumo de intensidade que surge na relação com a obra, que permite gerar uma nova obra de arte. É muito comum observamos a avidez para ver o maior número de filmes, para ouvir o maior número de músicas, para ler a maior quantidade de livros e revistas sobre história, política, filosofia, etc. Consome-se demais, mas se produz pouco. O homem moderno não sabe como agradecer os artistas. É possível imaginarmos o que um Fellini, um Bergman ou um Antonioni causaram à grande parte do seu público: uma reação de idolatria, de consumismo desenfreado das suas obras, de longos discursos a respeito das técnicas utilizadas nos seus filmes, etc.         

A produção cultural é o ópio dos intelectuais. Suas enormes coleções de livros são um sintoma de um cansaço, de uma vida que se tornou demasiado tediosa. O intelectual encontra no consumo da produção cultural uma fuga digna de um homem preguiçoso: com o amortecimento da energia criativa, há o aumento da capacidade de decorar frases, biografias, fatos históricos, conceitos dos principais filósofos da história da filosofia, etc. Em muitos casos, torna-se um grande tédio ler um livro de um intelectual com 500 páginas de puro acento acadêmico: seu conteúdo é, quase sempre, sobre o que um disse, o que o outro escreveu, sempre com a preocupação de comprovar cientificamente que sabe o que está dizendo. Torna-se um reprodutor do que outros disseram, requentando algumas idéias, fazendo, até, bizarras misturas de conceitos. Pouco daquilo que escreve experimenta, de fato, na vida. Por isso seus escritos são tão superficiais e, principalmente, inofensivos. Com um EU a serviço do poder, o intelectual consegue levar a sério um título de doutorado, por exemplo. Muita intelectualidade não muda nada: perdido para si mesmo, o intelectual não produz a arte revolucionária, porque está preocupado em somente receber elogios, agradar o seu público e abastecer a sua conta bancária.         

Consumir para produzir: a fome da força interior é insaciável. Somente ela é capaz de gerar uma arte revolucionária. Por isso, não tenho motivo suficiente para acreditar num sujeito revolucionário, que empunha a bandeira da revolução, dirigindo-se às massas, aos berros. Prefiro confiar no anjo que existe em todos nós – um anjo com uma agressividade digna de um exterminador. Belo disfarce para atacar o “mundo encantado, cheio de fantasias”. 

 

Comentários (25)add comment

tatielly escreveu:

0
...
eu presiço desta resposta olhe procure saber se a paisagen que pero vaz caminha avistou naquela epoca igual a q existi hoje no mesmo local .o que mudou ?por que??ÂŽpor favor essa resposta e dia 05/03/07 amanha por favor mande um e-mail
 
março 04, 2007 | url
Votação: +0

Dani escreveu:

0
...
preciso saber como tarefa escolar se a paisagem que Pero Vaz de Caminha avistou ainda existe. Quais as modificações e qual a localização. E o por que.
Favor me enviar um e-mail respondendo.
Obrigada pela colaboração.
Aguardo a resposta até o dia 27/02/2008.
 
fevereiro 26, 2008 | url
Votação: +0

João Victor Macedo escreveu:

0
...
ola
eu preciso urgente dessa resposta ate amanha dia 6/03/08
se a paisagem de Pero Vaz de Caminha avistou naquela epoca e igual a que existe hoje no mesmo local?o que mudou???

por favor me manda a resposta no mei email ate amanha
por favorrrr
 
março 05, 2008
Votação: +0

Ana Carolina escreveu:

0
...
Eu quero saber sobre a paisagem de Pero Vaz de Caminha avistou naquela
epoca O que Mudou?Por Que? smilies/grin.gif
 
março 09, 2008 | url
Votação: +2

stefanne maiberg escreveu:

0
...
por favor eu presciso dessa resposata para agora e urgente por favorpaisagen que pero vaz caminha avistou naquela epoca igual a q existi hoje no mesmo local .o que mudou ?por que??pro dia12/3
 
março 12, 2008
Votação: -1

gabriel_x_n escreveu:

0
...
Eu quero saber sobre a paisagem de Pero Vaz de Caminha avistou naquela
epoca O que Mudou?Por Que?
falem ogo que e pra hojeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee 26 de março de 2008
 
março 26, 2008
Votação: +1

MIRIAN escreveu:

0
...
PRECISO SABER SE A PAISAGEM QUE PERO VAZ DE CAMINHA AVISTOU NAQUELA ÂPOCA Â IGUAL A QUE EXISTE HOJE NO MESMO LOCAL E O QUE MUDOU, POR QUê?
 
abril 03, 2008
Votação: +1

gabriely escreveu:

0
...
por favor me fale o que mudouna paisagem?
 
maio 04, 2008
Votação: +0

Marcella (L) escreveu:

0
...
Quro saber o que mudou porquee!
Respondii alguem pufavorr/
 
maio 08, 2008 | url
Votação: +1

Thaliita escreveu:

0
...
Gente vocês naum teim imaginaçâo nao?
smilies/angry.gif
 
fevereiro 08, 2009
Votação: -1

camilassef escreveu:

fevereiro 11, 2009
Votação: -1

Lilian escreveu:

0
...
kd a minha reposta eu quero saber
a imagem q ele viu
 
fevereiro 16, 2009 | url
Votação: +1

Maria Sí­lvia escreveu:

0
...
Preciso saber para dia 2, segunda-feira.Quais foram as mudanças que houve na paisagem que
Pero Vaz de Caminha descreveu, e por quê?Obviamente o que a maioria pergunto.... smilies/tongue.gif
 
fevereiro 28, 2009 | url
Votação: +1

ellen cristina peroza escreveu:

0
...
precisso saber se a paisagem que pero Vaz De Caminha avistou naquela época mudou e qual a mudança hj :- mande reposta no meu email se possivel ainda hj brigado pela resposta...
 
março 03, 2009
Votação: -1

jemima escreveu:

0
...
Preciso saber a paisagem que Pero Vaz de Caminhaavistou naquela épocaé igual a que existe hoje no mesmo local. O que mudou? Porque?
me de a resposta porfavor smilies/wink.gif
 
março 12, 2009
Votação: +1

bianca escreveu:

0
...
quero saber se a paisagem que pero vaz de caminha avistou naquela epoca e igual a que existe hoje no mesmo local.O que mudou ?porqUE?
PRESCISO PRA HOJE DIA 20 DE ABRIL DE 2009
POR FAVOR MANDE ESSA RESPOSTA ,OBRIGADA
 
abril 20, 2009
Votação: +0

Rogerio escreveu:

0
...
quero saber se a paisagem que pero vaz de caminha avistou naquela epoca e igual a que existe hoje no mesmo local.O que mudou ?porqUE? PRESCISO PRA HOJE DIA 20 DE ABRIL DE 2009
 
abril 20, 2009
Votação: +1

taiane e Fernando escreveu:

0
...
PRECISO SABER SE A PAISAGEM QUE PERO VAZ DE CAMINHA AVISTOU NAQUELA ÂPOCA Â IGUAL A QUE EXISTE HOJE NO MESMO LOCAL E O QUE MUDOU, POR QUê?

tenho um trabalho sobre isso e preciso saber
 
abril 21, 2009
Votação: -1

felipe magalhaes escreveu:

0
...
preciso fazer uma pesquisa pro dia 24 de abril sobre (a paisagem que Pero Vaz de Caminha avistou naquela época é igual a que existe hoje, no mesmo local.O que mudou?Porque?).
me mande por email por favor
 
abril 22, 2009
Votação: +1

Aline Vieira escreveu:

0
...
, procure saber se a paisagem que Per Vaz de Caminha encontrou naquela época é igual a que existe hoje no mesmo local. Oque mudou ? Por quê ?
 
abril 25, 2009 | url
Votação: +2

grazi escreveu:

0
...
Eu quero saber sobre a paisagem de Pero Vaz de Caminha avistou naquela
epoca é a mesma. O que Mudou?Por Que?
 
junho 15, 2009
Votação: +0

Vinicius escreveu:

0
Resposta da paisagem de Pero Vaz de Caminha avistou naquela epoca é a mesma. O que Mudou?Por Que?
A paisagem de Pero Vaz de Caminha avistou naquela epoca nao e a mesma.Mudou as arvores.Porque antigamente tinha muito mais arvore e especies do que tem hoje.

Espero que ajude voces com esta esposta


 
novembro 19, 2009
Votação: +5

eduarda escreveu:

0
rarara
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agosto 02, 2010 | url
Votação: -1

jercy kell escreveu:

0
aki oo
o gente ta la em sima a resposta olha la que vcs acham ta !
beijoss
 
fevereiro 15, 2011 | url
Votação: +0

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Última atualização em Seg, 17 de Dezembro de 2007 16:00
 
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