|
A Insuficiência Renal vai à escola |
|
Educação
|
|
Escrito por Rosangela Costa
|
|
Qua, 09 de Janeiro de 2013 17:40 |
|
A Insuficiência Renal (IR) encontra-se presente quando 50% da função renal está comprometida, entretanto, com o diagnóstico precoce, o paciente tem a chance de recuperar a função do rim por meio de sessões de hemodiálise preventivas e tratamento adequado com medicações. Por outro lado, quando a doença encontra-se em estágio terminal, denominada Insuficiência Renal Crônica (IRC), é porque o rim não funciona mais e o paciente tem duas opções: passar o resto de sua vida dependente de uma máquina ou realizar o transplante renal.
|
|
Última atualização em Qua, 05 de Junho de 2013 23:55 |
|
O saber de uma pedagogia molar e molecular |
|
Educação
|
|
Escrito por Jackislandy
|
|
Sex, 09 de Novembro de 2012 14:13 |
|
É uma pedagogia que nos proporciona ir até a etimologia da palavra saber para resgatar o seu significado original conjugado a sabor, uma vez que a palavra sapientia, em latim, quer dizer saber, isto é, “saboroso”. Sapio, em latim, quer dizer “eu degusto”. O impressionante, com isso, não é o conhecer com os olhos, como acontece com a ciência, mas o conhecer com a boca. A vida é para ser degustada, a vida é para ser experimentada sob a forma de desejo, de prazer, conforme o próprio texto nos aponta:
“Os saberes como sabores não mudam a realidade finita dos homens e, tampouco, a angústia vinculada à morte. A realidade continua sendo o que ela é, mas o olhar que se tem sobre ela transforma não força das coisas nos seus paradoxos e incertezas, mas atribui ao ‘incompreensível’, sob o olhar ético e estético, para além do bem e do mal, uma realidade artística, criadora, isenta do imaginário divino, do juízo, da verdade, da punição e do castigo”(Lins, 2005, p. 02).
|
|
Última atualização em Qua, 05 de Junho de 2013 23:57 |
|
Deleuze e a questão da Educação |
|
Filosofia
|
|
Escrito por Jackislandy
|
|
Sex, 09 de Novembro de 2012 13:05 |
|
Para Gilles Deleuze, filósofo e pensador francês do século passado para quem a Filosofia precisa trazer no seu bojo uma habilidade do sujeito para com o mundo das coisas “já feitas”, imputando nelas conceitos como conseqüência de um movimento, de um fluxo, de uma torrente de vida que procura distinguir o real do virtual, é muito importante que o debate educacional seja eminentemente crítico.
|
|
Última atualização em Qui, 06 de Junho de 2013 00:00 |
|
|
O Enfraquecimento da Sociedade Civil (2001) |
|
Política
|
|
Escrito por Michael Hardt
|
|
Sex, 13 de Janeiro de 2012 19:37 |
|
Fonte: HARDT, Michael. Il deperimento della società civile. Http://www.deriveapprodi.org/rivista/I/hardt17.html. Originalmente o ensaio foi publicado pelo periódico italiano Derive Approdi, n. 17.Trad. Selvino J. Assmann (Cf. considerações do tradutor no final), multiplicado por Desobediente.
O conceito de sociedade civil mereceu ultimamente renovado interesse não apenas na Europa ocidental ou na América do Norte, onde inclusive usufrui de longa e gloriosa carreira em apoio das posições políticas mais variadas, mas cá e lá no mundo inteiro, particularmente naqueles países na Ásia e na Europa oriental que estão vivendo a transição do socialismo para o capitalismo, assim como nos regimes pós-autoritários e pós-ditatoriais da América Latina. A sociedade civil é vista como a marca determinante de qualquer democracia: a infra-estrutura institucional decisiva para as mediações da política e para o mercado. Contudo, ao analisarmos as funções democráticas que o conceito e a realidade da sociedade civil tornaram possíveis, é importante também darmo-nos conta das funções de disciplina e exploração que são inerentes e inseparáveis destas mesmas estruturas. Além disso, devemos perguntar-nos se as instituições sociais necessárias para a construção e o funcionamento da sociedade civil ainda estão presentes nas formações sociais contemporâneas. O que pretendo defender é que, nos últimos anos, as condições de possibilidade para a sociedade civil ficaram progressivamente enfraquecidas na América do Norte, na Europa e noutros lugares (isso se de fato alguma vez existiu fora do mundo europeu)1. Mesmo que considerássemos a sociedade civil como a realidade politicamente mais desejável, qualquer apelo ao conceito no momento atual corre o risco de se tornar vazio e inútil.
|
|
Última atualização em Seg, 13 de Fevereiro de 2012 17:16 |
|
Literatura
|
|
Escrito por Valter Rodrigues
|
|
Qua, 12 de Outubro de 2011 15:15 |
|
Oi me diga quem és Acho que sou saudades Vim de não sei onde Talvez de cartas e dizeres Ruas e olhares Distâncias próximas Vida breve muito longa
Um estar-se perto e não tocar Um estar-se longe e não falar Mas agora moro aqui Dentro do coração Às vezes dormente Ou como um furacão
É quando a lua me acorda
Lua, de céu e estrelas Às vezes acordo com palavras Outras vezes na falta de dizeres Ainda não sei quem sou Em que céu estou Para que estrela olhar Mas alguém me chamou e me saudou de Saudades
Valter Rodrigues
|
|
Última atualização em Qua, 05 de Junho de 2013 23:59 |
|
Psicanálise, breve histórico. |
|
Psicanálise
|
|
Escrito por Santos
|
|
Seg, 27 de Junho de 2011 02:43 |
|
O termo “Psicanálise” foi utilizado pela primeira vez em 1896 por seu fundador: Sigmund Freud. O marco inicial dos estudos que levaram ao desenvolvimento da Psicanálise, se dá a partir do momento em que Freud inicia seus questionamentos acerca da histeria, quanto algo que vai além de causas orgânicas. Contribuindo assim, para o que futuramente iria se constituir como um método de investigação da psique, uma técnica de tratamento e uma teoria do inconsciente e do psíquico.
Advindo de uma família pobre e judaica, Sigmund Freud nasceu na Moravia em 1856, porém mudou-se logo cedo para Viena. Apesar de ter sido criado por uma babá católica, Freud nunca foi incentivado a seguir qualquer religião, assumindo quando adulto seu posicionamento ateu. Sua família mesmo em dificuldades, proporcionou ao jovem Freud todas as condições para sua formação médica. Nesta formação, Freud enveredou pelos laboratórios de fisiologia e de anatomia cerebral, onde realizava pesquisas. Mas, tendo em vista que a pesquisa não lhe proporcionava tantas oportunidades de trabalho e conseqüentemente seu sustento, Freud abandona o laboratório e ingressa no hospital geral. Foi este contexto que possibilitou a esse jovem médico a observação dos primeiros casos de histeria, muito presente nesta epóca.
|
|
Última atualização em Qua, 12 de Outubro de 2011 15:19 |
|
|
|
|